Divulgação 18 de fevereiro de 2011 – Trilha do Juá

Para esse momento aproveitaremos para falarmos especificamente sobre a nossa Trilha realizada dia 13 de fevereiro para a Serra do Juá, nas proximidades do município de Maranguape, ou seja, região metropolitana de Fortaleza. 

A Trilha contou com um número recorde de participantes e veículos, pois totalizou aproximadamente trinta e uma (31) pessoas e quinze (15) viaturas, sendo treze (13) Land Rover Defender, um (1) Jeep e um (1) Lada Niva.

A maior parte do grupo se concentrou, a partir das 8h30min, na sede da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR 116, e os demais se encontraram na entrada da trilha, pois nesse grupo composto por mim e a minha “Senhora”, como assim fala o nosso arquiteto Ricardo Marinho, tínhamos a função de acolher e orientar a chegada do amigo Rocino e sua namorada, que vinham de Sobral. Nos encontramos com a viatura vinda do Norte já na Perimetral e quando paramos para nos cumprimentar, apesar da madrugada de plantão, o médico Rocino demonstrava bastante interesse, disposição e motivação para um dia de trilha.

O grupo que estava na PRF tinha a frente Mário Caldas e Júlio Campos, que devido o atraso de um ou outro participante só conseguiram sair do local lá pelas 9h20min, com aproximadamente oito (8) carros e que através do celular nos mantinham atualizados sobre a movimentação.

Dessa forma foi que descobrimos que Rogério Bessa já estava a caminho e que ficássemos atentos ao rádio comunicador e a estrada para podermos orientá-lo.

Nesse caso Rogério chegou à frente do comboio, liderado por Mário e Júlio.

Finalmente, quase perto das 10h, chegou o comboio que vinha da PRF.

Mas, quando esperávamos dar início fomos avisados que Bruno e Paulim, da oficina Tropical Off Road, que competentemente vem dando a manutenção nas viaturas do FLC, estavam vindo com mais quatro (4) veículos.

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O dia prometia, pois anteriormente a chegada dos demais, nós que estávamos desde as 8h30min no início da trilha, presenciamos e observamos a organização de outros grupos, ou seja, um constituído por oito (8) veículos fora de estrada, e outro por motoqueiros, no total de uns cinco (5), que entraram na trilha mostrando bastante disposição a um bom dia de aventura fora de estrada.

Após mantermos uma pequena conversa com Júlio e Mário para resolvermos a melhor organização do grupo, chamamos os demais e fizemos as apresentações e prestamos alguns esclarecimentos sobre a trilha, ou seja, o que nos aguardava e como pretendíamos encaminhar o esquema da trilha.

Dessa forma começamos a organizar o comboio tendo a frente Mário, com a sua Nervosa, Rocino e Lucien e fomos encaixando os demais veículos levando em conta o tipo de pneu e experiência e fechando o comboio Júlio Campos com a sua Lady verde.

Nessa organização percebemos que uma boa parte das viaturas utiliza os pneus BF Goodrich, na sua maioria na versão All Terrain, comprovando e reforçando na prática a escolha tomada por uma boa parte dos integrantes do Fortaleza Land Clube – FLC de utilizarem esse conceituado produto nas suas viaturas.

A poucos metros da entrada da trilha nos deparamos com a construção de uma estrada que criou um enorme buraco, que com as chuvas, estava cheio de água, mas que com ajuda de todos e alguns motoqueiros foi facilmente vencido.

A partir daí começamos a circular numa mata bem fechada e num solo com lama, barro e algumas erosões, mas que não apresentava tanta diferença para a última vez que estivemos por aqui.

Porém, a poucos metros Mário comunicou, pelo rádio, que o Rocino e Lucien haviam caído numa vala e danificado o pára-lama dianteiro direito das suas viaturas e nisso o comboio parou e fomos ver no que poderíamos auxiliar.

Chegando ao local, nos deparamos com uma erosão que dividia a trilha ao meio e percebermos a necessidade de orientarmos a passagem dos demais, que sofreu uma pequena demora, devido os pára-choques das duas viaturas acidentadas necessitaram ser puxados para liberar a roda, mas depois desse pequeno susto, todos transpuseram o obstáculo sem problemas.

Daí para frente fomos vencendo os obstáculos sem grande dificuldades ate chegarmos à Taquara, que por não estarmos com as trilhas carregadas nos GPS fizemos um pouco diferente das outras vezes, o que nos levou a um rio que propiciou mais uma diversão ao grupo, a não ser para o primo do Paulim, que tentou banhar a sua esposa e a cinegrafista, Joyce, e teve o seu carro imobilizado por ter molhado o distribuidor o que deu as duas moças a liberdade de tirar uma “onda” com o guiador do veículo.

Após passarmos pela Taquara, nos deparamos com várias passagens molhadas e por uma baixada de uns oito (8) metros de comprimento que estava com bastante água que favoreceu a todos um bom desafio, registrados nos clicks de Mário Caldas.

Saindo da Taquara, começaram a nossas maiores dificuldades que foram provocadas pelas chuvas dos últimos dias, segundo uma moradora a chuva de três (3) dias atrás fez muita água descer da serra o que provocou grandes erosões nos caminhos.

E constatamos isso na prática, pois ao continuarmos o nosso deslocamento em direção do platô, que era o nosso objetivo, ou seja, a lama, tivemos o nosso sonho interrompido, devido o grande número de erosões que até conseguimos superar algumas, mas a partir de determinado momento se mostraram intransponíveis e representando perigo as pessoas e viaturas.

Júlio não se dando por vencido procurou informações com moradores que nos indicaram um caminho a partir da Taquara, e claro, como bons aventureiros, foi o que fizéssemos após passarmos um rádio para o comboio dizendo das nossas intenções e com a ciência de todos, tocamos em direção ao prosseguimento da nossa aventura.

Chegando a Taquara, Rocino disse que o cansaço do plantão, da noite anterior, começava a lhe esvair as forças e que por isso estava deixando o comboio e em seguida a sua despedida e após pequena conversa com um dono de uma bodega, seguimos em direção, mais uma vez, do platô, agora por um outro caminho.

Que após alguns quilômetros se mostrou com o mesmo problema, ou seja, intransponível, e mais uma vez demos a volta nas viaturas e descemos a serra.

Mário, Júlio e Bruno descontentes com o insucesso sugeriram a trilha da Chesf que tem entrada nas proximidades da casa de show Hangar e dessa forma nos dirigimos para lá, como já estávamos com o relógio marcando mais de 16h alguns lamentaram, mas tiveram que seguir o caminho de volta para casa, o que resumiu o comboio a Lucien, o holandês voador, Paulim, do Créu bebe água, Bruno, Clairton, da black, Júlio, Mário e George e seus respectivos passageiros.

Infelizmente, apesar da ânsia por aventura não conseguimos acertar o caminho e acabamos fazendo um percurso que acabou em nada, a não ser comprovando a sede do Créu e resolvemos voltar, isso já com a noite chegando.

Na saída da trilha nos despedimos, via rádio, desejando saúde e uma boa semana a todos, resumindo a felicidade de estarmos junto e partilhando, nem que seja por algumas horas, o mesmo ideal, CARPEN DIEM, aproveitar a vida!

Registro fotográfico: Lucien, Mário e Júlio.

Texto: George Marques

…unidos nas trilhas, dentro e fora delas…

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5 respostas para Divulgação 18 de fevereiro de 2011 – Trilha do Juá

  1. Rocino Marinho disse:

    Realmente o passeio foi excelente, apesar do cansaço de um noite inteira operando, pude desfrutar da boa companhia dos amigos landeiros e desfrutar dos desafios propiciados pela Serra do Juá.
    Permaneço ansioso aguardando pelo próximo evento.
    Professor-presidente parabéns pelo texto e aos demais parabéns pelas fotos.
    Abraços cordiais, Rocino.

  2. Elisabete disse:

    Belo texto e excelentes fotos.
    Parabéns “meninos”, por fazerem os sonhos acontecerem…..
    O ideal da vida é imaginar, criar e concretizar!!!!
    Abraços, Bete.

  3. Viginia Martinez Campos disse:

    O relato da aventura e as fotos estão perfeitas! Parabéns a turma landroviana que participou, fazendo deste momento de integração, diversão e superação de desafios.
    Que venham outros! Virginia

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